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OUT
20
20 OUT 2021
EDUCAÇÃO, ESPORTE E CULTURA
Aparecida recebe teatro-filme “Alethea Dreams”, com transmissão pela web e debates com mulheres influenciadoras
Apresentado pelo Ministério do Turismo e Instituto CCR, peça aborda sobre crise de identidade e redes sociais 
 
O espetáculo “Alethea Dreams” apresentado pelo Ministério do Turismo e Instituto CCR, no trecho da CCR NovaDutra estreou no dia 9 de outubro, de forma online. No trecho da Via Dutra, a exibição virtual do teatro-filme é apresentado para São José dos Campos, Taubaté, Lorena e Aparecida, no Vale do Paraíba. O público poderá acompanhar pelo canal do Youtube Arte Franco. A peça aborda sobre crise de identidade e redes sociais.
 
Além das apresentações o projeto realiza debates ao vivo para discutir a temática da peça com mulheres influenciadoras, nesta quina-feira,21, a atriz aparecidense Isabel Ramos irá participar deste debate que acontece logo após a apresentação especial da peça. Essas discussões entre público e elenco são realizadas considerando as temáticas da peça (autoaceitação, crise de identidade, redes sociais) relacionadas ao universo feminino.

Para assistir ao espetáculo acesso pelo link https://www.youtube.com/watch?v=QNAtoueumOk
 
 
O roteiro
Em “Alethea Dreams”, uma empresária premiada e bem sucedida recorre a um misterioso experimento para reprogramar a própria identidade na tentativa de sanar sua crise existencial. Ao se olhar no espelho e não se reconhecer, Teresa B (Sabrina Faerstein) decide conhecer um procedimento inusitado que promete transformar a sua vida. É quando vai à Alethea e conhece a Dra. Betina (Luciana Malavasi), que tenta persuadi-la a se submeter ao experimento, ressaltando os benefícios oferecidos a uma mulher cansada da própria imagem, que precisa descansar. A partir daí, se estabelece o envolvimento pelo desenrolar da grande mudança de vida proposta em Alethea. Mas a escolha inusitada se desdobra em consequências irreversíveis, deixando claro que não é só a aparência física que está em jogo. A obra dialoga com o universo da ficção científica e é apresentada como um quebra-cabeça, mostrando diferentes lados das personagens e como as relações sociais são construídas na atualidade.
 
“Alethea Dreams” é uma peça de teatro-filme dirigida por Jorge Nassarala, com direção de atores de Miwa Yanagizawa, a partir da peça homônima do dramaturgo Rafael Souza-Ribeiro (autor de “Gisberta”, incensado espetáculo do ator Luis Lobianco), cuja temática discute identidade e autoaceitação, além de levantar questões pertinentes à sociedade atual, como a reconstrução da própria imagem por parte de indivíduos que se veem obrigados a atender os padrões estabelecidos, muitas vezes por eles próprios. O elenco traz Francine Flach, Henrique Manoel Pinho, Luciana Malavasi, Monique Franco e Sabrina Faerstein.
 
Antes da estreia, um vídeo com imagens dos bastidores das filmagens e depoimentos da equipe estará disponível no mesmo canal de acesso à transmissão de “Alethea Dreams”. Para proporcionar maior acessibilidade, haverá uma versão da peça com audiodescrição para pessoas com deficiência visual, intelectual, dislexia e idosos. Durante a temporada haverá três dias de debates públicos com mulheres influenciadoras, a respeito da temática da peça.
 
Um teatro-filme desnudado
 
“Alethea Dreams” foi filmado no palco de um teatro que virou um grande set de filmagem, com uma estrutura que se assemelha a de uma produção de cinema. A equipe, de aproximadamente 30 integrantes, passou por várias mudanças até atingir o resultado desejado para esse formato novo do teatro-filme. As cenas foram capturadas com câmeras 4k, sendo que uma delas foi utilizada apenas para registrar os bastidores. Para esse novo formato, a escolha foi por uma interpretação mais realista, que contou com a ajuda de Miwa Yanagizawa, na preparação do elenco. O palco do teatro, inspirado pelo filme de Lars Von Trier “Dog Ville”, transformou-se em cenário. Todos os ambientes da história foram dispostos nesse mesmo local, lado a lado, para que uma cena tivesse continuidade na outra com cortes não convencionais.
 
O desnudamento do palco e a quebra da fantasia, através da revelação de imagens dos equipamentos e da equipe em ação, conduziram a narrativa da montagem final do teatro-filme, reforçando ainda mais que se trata de um novo teatro, mas, ainda assim, teatro.
 
– Achei muito interessante a proposta de mostrar parte dos bastidores durante as filmagens. Fizemos a captação durante as gravações e só na montagem decidimos onde encaixar esses trechos. Acho que traz um respiro para história, além de mostrar para o público um pouco de como é esse trabalho por trás das câmeras –, comenta o diretor Jorge Nassarala.
 
Empreendedorismo feminino
 
Em um cenário incerto e sem percepção de melhora tão cedo, as atrizes Luciana Malavasi, Monique Franco e Francine Flach se viram obrigadas a pensar em uma alternativa para o projeto. “Alethea Dreams” acaba sendo um registro da capacidade criativa e empresarial deste trio de artistas brasileiras, que arregaçaram as mangas e correram atrás, acreditando que seriam capazes de encontrar um jeito de viabilizar a continuidade do projeto original, interrompido temporariamente pela pandemia. Ainda assim, elas não descartam a volta da produção aos palcos.
 
Fonte: Assessoria de Comunicação e Imprensa
Autor: Ana Paula Maciel
Seta
Versão do Sistema: 3.1.6 - 03/11/2021
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